Business Intelligence

Quando cada área tem um número diferente, ninguém decide.

BI não é dashboard bonito. É linguagem comum para decidir. Métricas confiáveis que reduzem ruído e criam confiança.

O cenário que trava decisões

Comercial tem um número de vendas. Finanças tem outro. Operação tem um terceiro. A reunião que deveria ser sobre decisão vira discussão sobre qual dado está certo.

Enquanto isso, planilhas paralelas se multiplicam. Relatórios manuais consomem horas toda semana. E quando finalmente chega o número, a janela de decisão já passou.

O custo não é só o tempo perdido. É a decisão errada por falta de clareza. É a oportunidade perdida por lentidão. É a confiança corroída reunião após reunião.

Sintomas comuns

"Qual número está certo?" é pergunta recorrente em reunião

Planilhas paralelas que "complementam" o sistema oficial

Relatórios manuais consumindo horas toda semana

Decisões atrasam esperando "o dado certo"

No fim, decide-se por feeling porque ninguém confia no número

O que BI realmente significa

Não entregamos dashboard bonito. Entregamos clareza para decidir.

BI não é:

Dashboard bonito que ninguém consulta

Mais um relatório para a pilha

Visualização em cima de dados inconsistentes

Projeto que termina na entrega do painel

BI é:

Métricas confiáveis que sustentam decisão

Linguagem comum entre áreas

Visualização como consequência de governança

Rotina de uso que gera adoção real

BI sem base confiável só acelera o caos. Por isso começamos pela governança, não pelo visual.

Como a 360BI atua com BI

Não começamos pelo dashboard. Começamos pela decisão que precisa ser tomada.

01

Definir decisões e perguntas

O que precisa ser decidido? Quem decide? Com que frequência? Se não soubermos isso, qualquer dashboard é desperdício.

02

Definir métricas e regras

Qual a definição de "venda"? E de "cliente ativo"? Criamos uma linguagem comum que todas as áreas entendem igual.

03

Modelar dados e garantir qualidade

Construímos a fonte confiável: dados tratados, validados, rastreáveis. O número que aparece é o número certo.

04

Entregar visualização + rotina

Aí sim, o dashboard. Mas com rotina de uso definida, donos claros e revisão periódica. BI que ninguém usa não existe.

Entregáveis

O que construímos

Cada entrega responde a uma necessidade real de gestão.

Camada Semântica

Métricas padronizadas com definições claras. "Venda" significa a mesma coisa para comercial, finanças e operação.

Dashboards Executivos

Visão consolidada para liderança. Poucos números, mas os certos. Atualização confiável, sem surpresas de última hora.

Dashboards Operacionais

Visão detalhada para quem opera. Drill-down quando necessário, filtros por região, produto, período. Dados do dia, não do mês passado.

Alertas e Acompanhamento

Notificações quando algo sai do esperado. Meta em risco, anomalia detectada, threshold ultrapassado. Proatividade, não surpresa.

Autoatendimento Governado

Usuários criam análises próprias — mas em cima de dados validados e métricas padronizadas. Liberdade com consistência.

Relatórios Automatizados

O relatório que alguém montava toda segunda agora é gerado e distribuído automaticamente. Tempo liberado para análise.

Ferramentas que operamos

Quando BI faz sentido

Contextos onde clareza nos números muda a forma de operar.

Performance Comercial

Pipeline, conversão, ticket médio, meta vs realizado. Vendedor sabe onde está, gestor sabe onde focar.

Operação & Eficiência

SLA, tempo de ciclo, gargalos, capacidade. Operação sabe onde está perdendo e onde pode melhorar.

Finanças & Previsibilidade

DRE, fluxo de caixa, margem por produto, custo por operação. CFO tem visibilidade antes do fechamento, não depois.

Risco & Compliance

Indicadores de risco, auditoria, rastreabilidade. Quando perguntarem "de onde veio esse número?", você sabe.

De discussão de número para discussão de decisão

O que muda quando todo mundo confia no dado.

Distribuidora

Antes: Reunião semanal começava com 30 min reconciliando números de vendas entre sistemas.

Depois: Número único, atualizado diariamente. Reunião foca em: "onde precisamos agir?"

Indústria

Antes: Relatório de produção montado manualmente toda segunda. Analista gastava o dia inteiro.

Depois: Dashboard atualizado automaticamente. Analista agora faz análise, não coleta.

Varejo

Antes: Cada regional tinha sua planilha. Consolidar para o board levava 3 dias.

Depois: Visão única, drill-down por regional. Board recebe o mesmo número que o gerente de loja vê.

Quando BI não é a prioridade

Às vezes o problema não é visualização. É a base que alimenta a visualização.

Preferimos ser honestos sobre isso antes de começar um projeto.

Talvez BI não seja o primeiro passo se:

Os dados estão dispersos, sem integração ou qualidade mínima

Não há definição clara das métricas de negócio

O objetivo é "um painel rápido para uma apresentação"

Não há quem vá usar e manter o BI no dia a dia

Nesses casos, podemos ajudar com infraestrutura ou governança primeiro — ou indicar que talvez não seja o momento certo.

Cansou de discutir qual número está certo? Isso a gente resolve.

Sem compromisso. Sem apresentação de produto. Só uma conversa para entender se BI faz sentido no seu momento.

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